Pontos de Umbanda utilizados durante as giras pela curimba do terreiro Raízes de Aruanda, bem como para o compartilhamento de conhecimentos.
Pode me chamar de covarde Mas não abandono essa mulher Isso não é mulher, é uma tentação Isso não é mulher, é uma tentação Ela joga baralho, Ela puxa a navalha, Risca a faca no chão
Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé la da Jurema Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé do Juremá (2x) Zé Pilintra desce o morro de Santa Isabel malandreado Com seu copo de cerveja, o cigarro e seu chapéu de lado Na boca de quem não presta Zé Pilintra é vagabundo Não teve pai não teve mãe foi criado pelo mundo. Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé la da Jurema Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé do Juremá (2x) Nascido em alagoas, foi criado na Bahia Por onde ele passava mulher sempre ele tinha Certa noite caminhando uma nega ele encontrou Estava tão machucada mesmo assim ele ajudou. Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé la da Jurema Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé do Juremá (2x) O tempo foi se passando e a nega melhorou E por José Pilintra a Maria Padilha se apaixonou Um amor inexplicável que ninguém viu nada igual E foi graças a Rosinha que chegou ao seu final. Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé la da Jurema Lá vem Zé, la vem Zé Lá vem Zé do Juremá (2x) Em meados de agosto a notícia aconteceu Foi naquele dia 14, Zé Pilintra faleceu Uma morte tão covarde foi pego na traição A facada foi nas costas e acertou seu coração
Oi zé, oi zé Oi zé da Lagoinha Oi zé quebra esse nó Oi zé corta essa linha /2x
Malandro te digo meu irmão Que essa nega mexeu com meu coração Eu hoje vou subir lá na favela Vou dizer ao marido dela Que eu me apaixonei por ela Malandro eu posso até correr perigo Mas se eu descer o morro A nega desce comigo
Malandro se na minha cara der Pode fazer testamento e se despedir da mulher Se tiver filho deixa uma recordação Cara que mamãe beijou vagabundo nenhum põe a mão
Estava sentado Numa mesa da Jurema Afirmei meu ponto E balancei o maracá Eu saudei foi a Jurema Preta Seu José Pelintra Dê um tombo e venha cá
Oi, Zé quando vier de Alagoas Toma cuidado, oi Zé com o balanço da canoa Oi, Zé faça o que quiser Só não maltrate o coração desta mulher Oi, Zé faça o que quiser Só não maltrate o coração desta mulher
O morro de Santa Teresa está de luto Porque Zé Pilintra morreu Ele chorava, por uma mulher Que não lhe amava
Quando eu venho descendo o morro A nega pensa que eu vou trabalhar Eu boto meu baralho no bolso Cachecol no pescoço e vou pra Barão de Mauá Trabalhar, trabalhar Trabalhar pra que Se eu trabalhar eu vou morrer
ÀS QUATRO DA MADRUGADA ELA ME ACORDA E EU NÃO QUERO NADA ÀS QUATRO DA MADRUGADA ELA ME ACORDA E EU NÃO QUERO NADA MAS QUALQUER DIA EU QUEBRO ESSE SEU DESPERTADOR MAS TRABALHAR EU NÃO VOU MAS QUALQUER DIA EU QUEBRO ESSE SEU DESPERTADOR MAS TRABALHAR EU NÃO VOU
LEVA FÉ, LEVA FÉ NESSE HOMEM QUE ESSE HOMEM É DE AJUDAR VOCÊ PODE GRITAR POR SEU NOME TODA VEZ QUE PRECISAR LEVA FÉ, LEVA FÉ NESSE HOMEM QUE ESSE HOMEM É DE AJUDAR VOCÊ PODE GRITAR POR SEU NOME TODA VEZ QUE PRECISAR SALVE A SUA BATUCADA, SOB A LUZ DA LUA N’UMA LINDA MADRUGADA NAS ESQUINAS PELAS RUAS E NO SEU SAMBA TEM MUITA CERVEJA , TEM MUITA MULHER MAS TAMBÉM TEM CARIDADES QUE ELE PRESTA A QUEM QUISER É POIS É BATE PALMA NO SAMBA DO SEU ZÉ CANTA FORTE MINHA GENTE QUE ESSE SAMBA É DE FÉ É POIS É BATE PALMA NO SAMBA DO SEU ZÉ CANTA FORTE MINHA GENTE QUE ESSE SAMBA É DE FÉ SE NO TEU CAMINHAR ENCONTRAR ALGUM PERIGO CHAMA O SEU ZÉ QUE ELE PASSA CONTIGO ELE TEM MUITA FORÇA, ELE TEM MUITO AXÉ ELE CHEGA NA UMBANDA, GINGANDO, CANTANDO E SAMBANDO NO PÉ TODO DE BRANCO VEM MALANDREANDO E AJUDANDO A QUEM TEM FÉ SARAVÁ SEU ZÉ Ê, SARAVÁ SEU ZÉ, SEU ZÉ Ê SARAVÁ SEU ZÉ SARAVÁ SEU ZÉ NA UMBANDA E SALVE A FORÇA DA FÉ
EU VI SEU ZÉ PILINTRA FALANDO COM A SETE SAIAS MOÇA BONITA E VALENTE MULHER QUE TANTO TRABALHA AH IA IA EU VI SEU ZÉ PILINTRA [2X]
Vi eu vi De vermelho e branco descendo a ladeira Com ginga de malandro e mestre em capoeira Foi na roda de samba onde ele viveu E onde até hoje vivi o Zé.. O Zé Teve muitas mulheres e muitos amigos Mas foi homem valente diante dos perigos Do corte da navalha camisa de seda o livrou Mas foi pego pelas mandingas do amor (2x) O Zé, ooo Zé Nunca vi um malandro ser enganado por uma mulher (O Zé) O Zé, ooo Zé Nunca vi um malandro ser enganado por uma mulher
Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé. Ele e malandro andarilho, que vive nas madrugas. Em bares, esquinas onde faz suas jogadas. Malandro que é malandro sempre joga pra ganhar. Nas jogadas da vida sei que vai me ajudar. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé... Quando chega no terreiro. Esse mestre juremeiro é bom trabalhador. Dizem que é o rei da vadiagem. Mas da vida torta muita gente ele tirou. Por isso nele eu confio. Entrego meu caminho. Peço a ele o que eu quiser. Pois as riquezas da vida desse homem. Só eram duas. Cerveja e mulher. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé. Quando chega no terreiro. Esse mestre juremeiro é bom trabalhador. Dizem que é o rei da vadiagem. Mas da vida torta muita gente ele tirou. Por isso nele eu confio. Entrego meu caminho. Peço a ele o que eu quiser. Pois as riquezas da vida desse homem. Só eram duas. Cerveja e mulher. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé. Chegou a hora!! Vamos saravar esse homem é de fé, é de fé,é de fé. Chegou a hora. Aí vem Zé Pretinho trazendo seu axé.
Seu Zé Pelintra onde é que o senhor mora ? Seu Zé Pelintra onde é sua morada? Eu não posso te dizer, por que você não vai me compreender ... Eu nasci no Juremá, minha morada é bem pertinho de Oxalá
Zé pelintra é cabra enganador Zé pelintra é cabra enganador enganou a filha dele com palavras de amor enganou a filha dele com palavras de amor não foi eu Foi ela quem me enganou }bis Eu passava ela gritava Zé pelintra meu amor }bis Foi eu quem roubei o pau, foi eu que fiz a jangada Foi eu quem roubei a moça e casei na encruzilhada }bis
Levei chumbo de espingarda Navalhada de outro Zé Muita paulada de guarda mais o que mata é mulher A policia eu despacho Navalho foi de raspão O chumbo acertou o braço E a mulher o coração Sou o mestre Zé Pilintra Sou Boêmio, sou malandro Se aqui houver demanda Meu chapéu eu vou tirando Venho lá de Aruanda Sou doutro do Catimbó Mulher tive mais trinta Mais minh'alma anda só
Seu zé pelintra chorou, chorou /2x Porque teve de brigar com seu filho por amor /2x Amor danado que maltrata como ninguém /2x Zé pelintra quis navalha Zé pretinho quis também /2x
De terno branco, seu punhal de aço puro Seu ponto é seguro quando vem para trabalhar }bis Oh segura o nego, que esse nego é Ze Pelintra Na descida do morro, Ele vem trabalhar
Noite linda Noite de lua cheia As estrelas lhe guiam moça Da juremeira, /2x Ela é bonita Protetora das mulheres Trabalhou no cais No pesado, sim senhor Eu lhe pedi uma flor Ela me deu um jardim Jogou fagulhas de luz Nos meus caminhos E até agora Esqueci de perguntar Nas estradas da vida Como eu posso lhe chamar? Oi, Moça qual é o seu nome Na beira do cais, sou maria homem /4x
Você que fez trato com malandro Trato feito não volta atras Você conseguiu o que queria Mais aquilo que devia Você não lembra mais Corro o fogo Corre o tempo Corre até não poder mais Um dia você me paga na volta que o mundo faz
Bala trocada não doi Não doi, não não doi não /2x Para ser malandro Tem que ter palavra Ou tu aprende meu amigo Ou tu vai Para cova rasa Quem ta girando aqui É "Zé pretinho" Sou malandro Sou do morro Vim abrir os seus caminhos /2x